










Um lugar com visuais fantásticas e um desafio, projetar uma residência de final de semana que tivesse integração total com este terreno entre o mar e a montanha.
Com inspiração na arquitetura açoriana, segundo Francisco Riopardense de Macedo: “Unidades residenciais açorianas, se caracterizavam por ter um sua planta baixa um retângulo limitado por grossas paredes, que recebe, num dos cantos, o forno, de dimensões avantajadas e que tem no equipamento da cozinha função de destaque. (O visitante sempre entrará pelo meio da casa....de um lado a cozinha do outro, o quarto....a cozinha construída completamente separada da casa com temor de incêndio”
O projeto desta residência obedece a setorização de funções através de dois volumes conectados por corredor com grandes aberturas em vidro.
O volume principal em planta baixa um quadrado de 10 x 10 metros recebeu a cozinha e área de serviço e o estar lareira e jantar. A parte íntima se distribui em uma planta retangular de 6x 10 onde estão as 4 suítes da casa. O objetivo de separar o íntimo do social foi uma das premissas apresentadas inicialmente pelos proprietários.
Explora-se a visual do mar e da montanha, por este motivo o volume social é completamente transparente com grandes aberturas em vidro.
Os materiais utilizados foram a pedra do próprio terreno, a madeira reaproveitamento de dormentes de trem e o vidro no caso como vedação.
Outro elemento que contribui para a paisagem é a piscina teve sua parede voltada para a encosta um painel em vidro possibilitando uma visual para o mar que bate nas pedras alguns metros mais abaixo. E a borda infinita causando uma ilusão ótica para quem está no alpendre que a piscina e o mar são apenas o mesmo elemento.























